Foi escrito, sim, tudo está quebrado Uma outra vez na cadeia fatal, E minha força para se recuperar dos meus esforços. Estava escrito: o céu me condena A escravidão sempre espera por sua vez, Eu obedientemente compareci, restabelecimento de laços Cada vez mais rígidos que me oprimem; Para o jogo de Amor fatal Das minha elevadas convulsões passadas.
Aqui estou eu! Eu sou sua! Sua vítima dócil! Eu sou sua! Aqui estou eu! Tudo o que posso! Seu capricho é a minha lei saciar a sua raiva… Mas sei, ó cruel!, Que não Adianta me enganar O sorriso falso hoje em dia não vai me alegrar.
(Fonte: tribodosgoticos.com)
Lá vai o povo indiferente aqueles que chamam suas próprias almas, lá pela estrada onde vaga como uma mente solitária e ociosa. Ah, o passado das ondas quebrando, mares que não posso cobrir com a minha alma, meu coração e meus sentidos o mundo infinito está se afogando. Sua loucura não tem corpo, sob o dia azul
oferecida a homens e mulheres doce exílio de seus espíritos. Lá, as flores não tem conforto; leste-oeste da terra está eternamente perdido o coração fora do peito. Aqui, pelo caminho trabalhoso de mãos vazias da seguinte forma: Até a manhã trágica ver os restos da minha própria esperança.
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Eu odeio o barulho e a agitação do homem, Ele pode causar muitos danos; Eu quero ser livre do mundo da prisão apenas a amizade da minha sombra, sozinho e assistir o fogo das estrelas, mundos que se deslocam constantemente.
Oh, leve-me para a escuridão só, amei o lugar, onde a paz pode Ser o olhar mais bonito verde e ouro apertado. Adeus à poesia e o desejo, Me esqueço do mundo, mas deixe-me uma voz de mulher, cuja melodia Alegra o coração misericordioso.
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O dia se vai A noite chega O sol nasce O sol se põe E as horas vão passando Muito devagar,Muito rápido Já não se tem mais tempo Já não ganhamos tempo Nós só perdemos tempo E a única coisa que sobra Quando o tempo passa muito devagar Ou muito rápido É o tédio preenchendo o vazio
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A cada dia me convenço Que a cad passo Que eu dou É a minha vida Que fica no passado Cada segundo Cada minuto Cada hora É um pouco de mim Que virou pó E morreu no passado
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Vai alta a lua ! Na mansão da morte Já meia - noite com vagar soou Que paz tranquila , dos vaivéns da sorte Só tem descanso quem ali baixou Que paz tranquila ! Mas eis longe , ao longe Funérea campa com fragor rangeu Branco fanatasma semelhante a um monge Dentre os sepulcros a cabeça ergue Porém mais tarde , quando foi volvido Das sepulturas ao gelado pó , Dois esqueletos , um ao outro unidos , Foram achados num sepulcro só .
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Olho a noite
Olho a lua
Olho o céu
Olho as estrelas
Nada se escuta
A não ser o silêncio
Que preenche o vazio
Na noite escura
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Ouço gritos no eco da noite
Desesperados
Alegres
Tristes
Ouço gritos no eco da noite
Calmantes
Chamativos
Angunstiantes
Ouço gritos no eco da noite
De todas as formas
Ouço gritos no eco da noite
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pétalas mortas de rosas aos meus pés Como o coração da minha existência Entre a chuva que molha o meu corpo Eu sinto o tormento da minha dor Banhar meu rosto Embora confuso com as minhas lágrimas Entre pétalas de rosas murchas Esse tipo de indústria que mantém A flor do buquê de flores que é minha vida Mas nas minhas mãos É um galho quebrado pelo tempo Seco para as memórias E secou a minha própria existência Eu me ajoelho e choro Não! Não! Não é o que eu quero Não é o que eu quero Entre a chuva Só quero esquecer Que em algum momento Da minha vida Alguém me deu a oportunidade Para ser feliz ………
(Fonte: tribodosgoticos.com)
pétalas mortas de rosas aos meus pés Como o coração da minha existência Entre a chuva que molha o meu corpo Eu sinto o tormento da minha dor Banhar meu rosto Embora confuso com as minhas lágrimas Entre pétalas de rosas murchas Esse tipo de indústria que mantém A flor do buquê de flores que é minha vida Mas nas minhas mãos É um galho quebrado pelo tempo Seco para as memórias E secou a minha própria existência Eu me ajoelho e choro Não! Não! Não é o que eu quero Não é o que eu quero Entre a chuva Só quero esquecer Que em algum momento Da minha vida Alguém me deu a oportunidade Para ser feliz ………
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